sábado, 3 de dezembro de 2016

DIRETORES DO IMIP PARTICIPAM DE LANÇAMENTO DO IBROSS EM SÃO PAULO


O presidente do IMIP, Prof. Gilliatt Falbo, a superintendente geral, Dra. Tereza Campos, e a superintendente da Gestão IMIP Hospitalar, Ana Claudia Figueira, que dentre suas unidades está a Upae Garanhuns, participaram do lançamento nacional do Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), em São Paulo. O Instituto tem, entre os objetivos, contribuir para a ampliação e aprimoramento da qualidade do serviço público de saúde oferecido à população. O evento aconteceu na quinta-feira (24/11).

O surgimento do Ibross ocorre após quase 20 anos de implantação do modelo de Organizações Sociais de Saúde (OSS) para a gestão de serviços da rede pública no Brasil. A Gestão IMIP Hospitalar, que é filiada ao IBROSS, administra diversas unidades de saúde em Pernambuco.

Considerado a primeira entidade nacional representativa do setor, o Ibross foi criado por iniciativa de um grupo de OSS que atuam em diferentes regiões do país com a proposta de colaborar para o aperfeiçoamento e fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a qualidade do atendimento oferecido à população brasileira.

Juntas, as OSS associadas ao Ibross gerenciam mais de 800 unidades de saúde e empregam aproximadamente 95 mil pessoas. Essas unidades contam com mais de 15 mil leitos e realizam, em um período de um ano, cerca de 700 mil internações e mais de 750 mil cirurgias. Também são responsáveis por mais de 40 milhões de consultas, quase 50 milhões de exames e chegam a registrar aproximadamente 10 milhões de atendimentos de urgência e emergência.

As OSS surgiram no Estado de São Paulo em 1998, respaldadas por uma lei nacional, e possibilitando que os governos estaduais, municipais e distrital firmassem parcerias com instituições, obrigatoriamente de caráter filantrópico e sem fins lucrativos, para a gestão de serviços públicos de saúde.

Nos contratos de gestão, estabelecidos por meio das secretarias de saúde, o governo continua o responsável pela definição dos serviços que devem ser prestados e quais os indicadores de qualidade a serem observados. Já as OSS devem cumprir metas quantitativas e qualitativas ao assumirem o gerenciamento das unidades de saúde.

As experiências e resultados positivos das parcerias entre as organizações sociais e o poder público, fizeram com que o modelo de gestão de OSS ganhasse credibilidade, sendo replicado por outros municípios e estados do Brasil. Nos últimos anos, mais de 200 municípios, administrados por diferentes partidos, firmaram contratos com instituições filantrópicas para a gestão de hospitais, ambulatórios, clínicas de especialidades, centros de distribuição de medicamentos e atendimento móvel de urgência, entre outros.

Como entidade representativa nacional do setor, o Ibross defende que as OSS trabalhem com transparência na prestação de contas e de forma colaborativa com os órgãos controladores. Outra proposta do instituto é a elaboração de um selo de acreditação para avaliar as instituições sociais que prestam serviços na área da saúde pública. A acreditação será usada como instrumento para atestar as instituições que realizam um trabalho sério, com cumprimento das metas quantitativas e qualitativas, conforme as diretrizes estabelecidas pelos gestores públicos.

De acordo com o presidente do Ibross, Renilson Rehem de Souza, a aplicação de uma metodologia de certificação consolidada é essencial para que as organizações sociais façam a gestão dos serviços públicos de saúde, buscando padrões de qualidade cada vez mais elevados.“Podemos considerar a transparência na prestação de contas e o fortalecimento do Projeto de Acreditação como os dois principais pilares de atuação do Ibross. Nosso compromisso é de respeito aos recursos públicos e no trabalho para ampliar e melhorar os serviços de saúde gerenciados pelas OSS em benefício de todos os brasileiros”, afirma Renilson Rehem de Souza, presidente do Ibross.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

CRPAM debate plano para diminuição de acidentes nos municípios da V GERES


O CRPAM (Comitê Regional de Prevenção a Acidentes de Motos) da V GERES, em parceria com a Operação Lei Seca (OLS/PE), realizou nos dias 28, 29 e 30 de novembro, ações educativas de prevenção aos acidentes terrestres, nos municípios de Bom Conselho, Lajedo e Garanhuns, marcando o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito (20/11).

As ações merecem destaque pela criação do GT do Trânsito (Grupo de Trabalho) para elaborar Planos Municipais de Redução  de Acidentes de Transporte Terrestre para 2017, formados por Conselheiros Municipais de Saúde e Educação, para formar multiplicadores de atividades de educação para um trânsito mais seguro na região.

A ação também foi apresentada na Construtora Viana e Moura, em Garanhuns, com a participação de mais de 150 trabalhadores, além das palestras realizadas nas escolas estaduais dos municípios.

A presidente do Comitê, Catarina Tenório, acompanhou as ações, levando a mensagem da prevenção, principalmente, aos mais jovens. "A cada semana somos noticiados de diversos acidentes de motos na região, e precisamos alertar a população, com maior ênfase ao público-perfil que tem sido vitimado, muitas vezes sequelado, e infelizmente, com mortes precoces" - explicou a gestora.

O CRPAM apresentou e debateu os registros de acidentes e óbitos envolvendo transporte terrestre no dia 28 em Bom Conselho, 29 em Lajedo e encerrou nesta quarta-feira (30), no Município-sede, Garanhuns. 

"Os municípios foram escolhidos por terem maior população e apresentarem grande índice de óbitos por acidentes, porém, iremos levar estas iniciativas aos 21 municípios da nossa regional, que apresenta grande número de acidentes envolvendo veículos motorizados" - finalizou Catarina Tenório.


Para saber mais:
V GERES - Gerência Regional de Saúde

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Hospital psiquiátrico de Garanhuns é descredenciado do SUS


Pacientes foram transferidos para residências terapêuticas ou retornaram para as famílias


Após 18 meses trabalhando no processo de desinstitucionalização em saúde mental, Pernambuco descredencia mais um hospital psiquiátrico privado de longa permanência. Nesta quarta-feira (30.11), a Secretaria de Saúde de Garanhuns e demais municípios da V Região de Saúde, com o apoio da Secretaria Estadual de Saúde (SES), da Gerência Regional de Saúde (Geres) e Gerência Estadual de Atenção a Saúde Mental (Gasam), promovem o retorno dos últimos pacientes do Hospital da Providência ao seu município de origem. Ao todo, serão 120 leitos descredenciados que vinham sendo paulatinamente desativados. Os usuários foram reintegrados ao convívio familiar e aproximadamente 16 pessoas foram acolhidos em duas residências terapêuticas no município de Garanhuns. Todos passarão a ser atendidos nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e Residências Terapêuticas da região e, quando necessário, no Hospital Regional Dom Moura.

“Todo o processo de descredenciamento do Hospital da Providência foi realizado em sintonia com a direção da unidade, com o município e o Estado, respeitando a singularidade de cada usuário e de suas necessidades. Fizemos contato com os familiares dos pacientes, para reintegrá-los a esse convívio social e comunitário. A rede de saúde, que vai desde os componentes da atenção básica, unidades especializadas e unidades de urgência e emergência, também vem sendo qualificada e ampliada para realizar o atendimento desses pacientes dentro do novo modelo de atenção psicossocial”, afirma o gerente de Saúde Mental da SES, João Marcelo Ferreira.

O fechamento do Hospital da Providência faz parte da implementação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do Estado, que tem o objetivo de avançar com a proposta da Reforma Psiquiátrica regulamentada pela Lei 10.216/01 e Portaria n. 3.088, de 23 de Dezembro de 2011, do Ministério da Saúde. Desde outubro, a unidade já não recebia novos pacientes.

Atualmente, a rede de atenção psicossocial da V Geres, que engloba 21 municípios, é formado por 10 CAPs, sendo 01 CAPS III (funcionamento 24hs) e um CAPs AD em Garanhuns, 01 CAPS Infantil em Angelim e os demais, do Tipo CAPS I, nos municípios de Capoeiras, Canhotinho, Águas Belas, São João e Jucati, além de 06 leitos de enfermaria psiquiátrica no Hospital Dom Moura.

Além do referido processo de desinstitucionalização do Hospital da Providencia, a Secretaria Estadual de Saúde, juntamente com os municípios, vem induzindo outros três processos de descredenciamento de hospitais Psiquiátricos e de fortalecimento de rede local (Rede de Atenção Psicossocial - RAPS), como por exemplo, a Comunidade Terapêutica de Olinda (CTO).

HISTÓRICO – Nos últimos sete anos, o Estado descredenciou 1.982 leitos psiquiátricos, os quais distribuídos em oito instituições. Ainda estão em funcionamento em torno de 715 leitos agudos em 06 hospitais, sendo 490 de agudos (para situações de crise) e 240 de longa permanência.


Secretaria Estadual de Saúde - PE

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Voo da Chapecoense tinha 21 profissionais de imprensa

O voo que caiu nesta terça-feira nas proximidades de Medellín levava, de acordo com a Chapecoense, 72 passageiros, além de nove tripulantes. Desses, 21 eram profissionais de imprensa. O único sobrevivente seria o jornalista Rafael Henzel, da Rádio Oeste Capital, que foi levado ao Hospital San Juan de Dios.
De acordo com a polícia de Antioquia, o estado colombiano onde fica Medellín, apenas cinco pessoas sobreviveram. Havia 81 pessoas no voo, sendo que 76 morreram. Três dos sobreviventes são jogadores – Danilo, Alan Ruschel e Folmann -, e outra é uma tripulante – Jimena Suárez.
A Fox, que transmitia a Copa Sul-Americana, levava seis profissionais: o comentarista Mario Sérgio Ponte de Paiva, ex-jogador da seleção brasileira, Victorino Miranda, Rodrigo Santana Gonçalves, Davair Paschoalon (Deva Pascovicci) e Lilacio Pereira Júnior, Paulo Clement.
Da Globo, estavam no voo Guilherme Marques, Ari de Araújo Junior e Guilherme Lars, além de Laion Machado Espíndola, do GloboEsporte.com. Do Grupo RBS, de Santa Catarina, os jornalistas Djalma Araújo Neto e André Luis Goulart Podiacki.
Além disso, havia oito radialistas: Rafael Valmorbida, Renan Carlos Agnolin, Fernando Schardong, Edson Luiz Ebelliny, Gelson Galliotto, Douglas Dorneles, Jacir Biavitti e Ivan Carlos Agnoletto.

fonte: http://www.loucosporradio.com/

Avião que transportava Chapecoense cai na Colômbia

O avião que transportava o elenco da Chapecoense para a final da Copa Sul-Americana, nesta quarta-feira, contra o Atlético Nacional-COL, foi obrigado a fazer um pouso de emergência na madrugada desta terça-feira, após ter uma pane elétrica. 
"O Comitê de Operações de Emergência e a gerência do Aeroporto José Maria Córdova informa que às 22h uma aeronave [...] se declarou em estado de emergência, entre os municípios de La Ceija e La Unión. A aeronave reportou pane elétrica, segundo informado à torre de controle de Aeronáutica Civil", reportou o aerporto José Maria Córdova, em comunicado oficial.
O aeroporto também informou que, de acordo com as autoridades, seis sobreviventes foram resgatados até agora e levados para hospitais da região. O primeiro jogador a ser levado a um hospital foi o lateral Alan Ruschel; os goleiros Danilo e Jackson Follmann também foram resgatados, em centros médicos distintos, além de uma comissária de voo.
Além disso, o corpo de bombeiros informou que "graças a Deus há muitos sobreviventes". A Conmebol anunciou a suspensão de todas as suas atividades, como a realização do primeiro jogo da decisão do torneio sul-americano.
Em sua conta no Facebook, a Chapecoense explica: "Em função do desencontro das notícias que chegam das mais diversas fontes jornalisticas, dando conta de um acidente com a aeronave que transportava a delegação da Chapecoense, a Associação Chapecoense de Futebol, através de seu vice-presidente Ivan Tozzo, reserva-se o direito de aguardar o pronunciamento oficial da autoridade aérea colombiana, a fim de emitir qualquer nota oficial sobre o acidente. Que Deus esteja com nossos atletas, dirigentes, jornalistas e demais convidados que estão junto com a delegação".

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Saloá é um dos municipios em situação de alerta de surto de dengue, chikungunya e zika

Matéria tirado do Diário de Pernambuco


Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de 2016, realizado pelo Ministério da Saúde, em conjunto com os municípios, aponta que 105 cidades encontram-se em situação de alerta ou risco de surto de dengue, chikungunya e zika em Pernambuco. Desse total, 38 municípios estão em risco e 67 em alerta. Outros 35 estão em situação satisfatória. Recife, a capital do estado, está em alerta. Os dados do LIRAa foram apresentados pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, que também divulgou a nova campanha deste ano para combate ao mosquito transmissor das três doenças. A nova campanha chama a atenção para as consequências das doenças causadas pela chikungunya, zika e dengue, além da importância de eliminar os focos do Aedes.  


“Para este ano, esperamos uma estabilidade nos casos de dengue e zika. Como chikungunya é uma doença nova e muitas pessoas ainda estão suscetíveis, pode ocorrer aumento de casos ainda este ano. Porém, para o próximo, também esperamos estabilização dos casos de chikungunya” explicou o ministro Ricardo Barros. Ele ressaltou, no entanto, que o Sistema Único de Saúde (SUS) está qualificado e preparado para o atendimento destas pessoas.

Dos 3.704 municípios brasileiros que estavam aptos a realizar o LIRAa – aqueles que possuem mais de 2 mil imóveis - 62,6% (2.284) participaram da edição deste ano. Em comparação com 2015, houve um aumento de 27,3% em relação ao número de municípios participantes. Realizado em outubro e novembro deste ano, o levantamento é um instrumento fundamental para o controle do mosquito Aedes aegypti. Com base nas informações coletadas, o gestor pode identificar os tipos de depósito onde as larvas foram encontradas e, consequentemente, priorizar as medidas mais adequadas para o controle do Aedes no município.

Atualmente, o levantamento é feito a partir da adesão voluntária de municípios. O ministro Ricardo Barros, no entanto, vai propor que a participação, no levantamento, dos municípios com mais de 2000 imóveis seja obrigatória, a partir de 2017. A proposta será apresentada na reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) entre estados, municípios e União, no próximo dia 8 de dezembro.

Das 22 capitais que o Ministério da Saúde recebeu informações sobre o LIRAa, apenas Cuiabá (MT) está em situação de alto risco. São nove as capitais em alerta - Aracajú (SE), Salvador (BA), Rio Branco (AC), Belém (PA), Boa Vista (RR), Vitória (ES), Goiânia (GO), Recife (PE) e Manaus (AM); e 12 satisfatórias – São Luiz (MA), Palmas (TO), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Teresina (PI), Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Macapá (AP), Florianópolis (SC), Campo Grande (MS) e Brasília (DF). O Ministério da Saúde não recebeu informação sobre Maceió (AL), Porto Velho (RO) e Curitiba (PR). As cidades de Natal (RN) e Porto Alegre (RS) adotam outro tipo de metodologia.

Lista de municípios – LIRAa2016

CRIADOUROS 
Os depósitos de água, como toneis, tambores e caixas d’água, foi o principal tipo de criadouro na região Nordeste e Sul. Já o depósito domiciliar, categoria em que se enquadram vasos de plantas, garrafas, piscinas e calhas, predominou na região Sudeste. Nas regiões Norte e Centro-Oeste, o lixo foi o depósito com maior número de focos encontrados.

CAMPANHA 
A nova campanha do Ministério da Saúde, de conscientização para o combate ao mosquito, chama a atenção para as consequências das doenças causadas pela chikungunya, zika e dengue, além da importância de eliminar os focos do Aedes. “Um simples mosquito pode marcar uma vida. Um simples gesto pode salvar” alerta a campanha, que  será veiculada na TV, rádio, internet, redes sociais e mobiliários urbano (ponto de ônibus, outdoor) no período de 24 de novembro a 23 de dezembro. Foram investidos R$ 10 milhões na campanha.

“Neste ano, a diferença da campanha é que estamos mostrando as consequências de não combater os focos do mosquito. A ideia é sensibilizar as pessoas para que percebam que é muito melhor cuidar do foco do mosquito do que sofrer as consequências de não ter feito esse gesto. Vamos reforçar, ainda mais, a necessidade de eliminar os criadouros, convocando toda a sociedade para esse trabalho”, destacou o ministro da Saúde Ricardo Barros.

DENGUE 
O Brasil registrou, até 22 de outubro, 1.458.355 casos de dengue. No mesmo período de 2015, esse número era de 1.543.000 casos, o que representa uma queda de 5,5%. Considerando as regiões do país, Sudeste e Nordeste apresentam os maiores números de casos, com 848.587 casos e 322.067 casos, respectivamente. Em seguida estão as regiões Centro-Oeste (177.644), Sul (72.114) e Norte (37.943).

CHIKUNGUNYA 
No país, foram registrados 251.051 casos suspeitos de febre chikungunya, sendo 134.910 confirmados. No mesmo período, no ano passado, eram 26.763 casos suspeitos e 8.528 confirmados. Ao todo, 138 óbitos registrados pela doença, nos estados de Pernambuco (54), Paraíba (31), Rio Grande do Norte (19), Ceará (14), Bahia (5), Rio de Janeiro (5), Maranhão (5), Alagoas (2), Piauí (1), Amapá (1) e Distrito Federal (1).

ZIKA 
Foram 208.867 casos prováveis de febre pelo vírus Zika em todo o país, até o dia 22 de outubro, o que representa uma taxa de incidência de 102,2 casos a cada 100 mil habitantes. Foram confirmados laboratorialmente, em 2016, três óbitos por vírus Zika no país.  Em relação às gestantes, foram registrados 16.696 casos prováveis em todo o país.

Os recursos federais destinados à Vigilância em Saúde, Piso Fixo de Vigilância em Saúde (PFVS), para a transferência aos estados, municípios e Distrito Federal que incluem as ações de combate ao Aedes aegypti, cresceram 39% nos últimos anos (2010-2015), passando de R$ 924,1 milhões para R$ 1,29 bilhão em 2015. E, no ano de 2016, teve um incremento de R$ 580 milhões, chegando o valor a R$ 1,87 bilhão. Além disso, o Ministério da Saúde contou com apoio extra do Congresso Nacional, por meio de emenda parlamentar, no valor de R$ 500 milhões.

Confira os municípios pernambucanos em risco de surto:

João Alfredo
Inajá
Arcoverde
Terezinha
Betânia
Sertânia
Gravatá
Surubim
Caetés
São José do Egito
Camocim de São Félix
Brejo da Madre de Deus
Calumbi
Nazaré da Mata
Custódia
Jucati
Limoeiro
São Bento do Una
Santa Filomena
Serra Talhada
Triunfo
Granito
Santa Cruz
Moreilândia
Brejinho
São Lourenço da Mata
Paudalho
Santa Cruz do Capibaribe
São Joaquim do Monte
Santa Cruz da Baixa Verde
Chã de Alegria
Escada
Casinhas
Panelas
São João
Tabira
Saloá
Itapetim

Confira os municípios pernambucanos em situação de alerta:

Brejinho
São Lourenço da Mata
Paudalho
Santa Cruz do Capibaribe
São Joaquim do Monte
Santa Cruz da Baixa Verde
Chã de Alegria
Escada
Casinhas
Panelas
São João
Tabira
Saloá
Itapetim
Afogados da Ingazeira
Caruaru
Calçado
Aliança
Glória do Goitá
Taquaritinga do Norte
Buíque
Ipubi
São Caitano
Carnaíba
Pedra
Sairé
Flores
Vertente do Lério
Exu
Pesqueira
Vertentes
Itaquitinga
Riacho das Almas
Santa Maria do Cambucá
Agrestina
Araripina
Timbaúba
Cabo de Santo Agostinho
Ilha de Itamaracá
Trindade
Bom Conselho
Jaqueira
Cupira
Ingazeira
Abreu e Lima
Frei Miguelinho
Tuparetama
Lagoa do Ouro
Recife 
São José do Belmonte
Jataúba
Vicência
Afrânio
Ibirajuba
Quixaba
Jaboatão dos Guararapes
Camutanga
Floresta
Tacaimbó
Águas Belas
Condado
Jurema
Petrolândia
Xexéu
Cachoeirinha
Carnaubeira da Penha
Solidão
Chã Grande
Goiana
Iguaraci
Iati
Bonito
Itambé
Tamandaré
Bezerros
Maraial
Poção
Sanharó
Araçoiaba
Bodocó
Machados