quinta-feira, 16 de maio de 2013

SAMU Garanhuns será inaugurado amanhã


Amanhã (17), o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Garanhuns será oficialmente inaugurado. A cerimônia simbólica acontecerá às 15h, na base do serviço, na Avenida Simôa Gomes, bairro Heliópolis. A instalação do Samu foi uma das prioridades do prefeito Izaías Régis desde que assumiu a prefeitura, em janeiro.

O município possui duas unidades, sendo uma do tipo Unidade de Suporte Avançado (USA) – também conhecida por UTI móvel, equipada com oxímetro portátil, bomba de infusão, aspirador, ventilador pulmonar, monitor e detector fetal -, e a outra é uma Unidade de Suporte Básico (USB), que conta com oxímetro portátil, desfibrilador externo automático e aspirador.

COMO FUNCIONA O SERVIÇO – O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) realiza o atendimento de urgência e emergência em qualquer lugar: residências, locais de trabalho e vias públicas. O socorro começa com a chamada gratuita, feita para o telefone 192. A ligação é atendida por técnicos que identificam a emergência e transferem o telefonema para um médico, que faz o diagnóstico da situação e inicia o atendimento no mesmo instante, orientando o paciente, ou a pessoa que fez a chamada, sobre as primeiras ações.

De acordo com a situação do paciente, o médico pode orientar a pessoa a procurar um posto de saúde, enviar ao local uma ambulância com auxiliar de enfermagem e socorrista ou uma UTI móvel, com médico e enfermeiro. Ao mesmo tempo ele avisa sobre a emergência ao hospital público mais próximo para que a rapidez do tratamento tenha continuidade.
O serviço funciona 24 horas por dia com equipes de médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e socorristas, que atendem as ocorrências de natureza traumática, clínica, pediátrica, cirúrgica, gineco-obstétrica e de saúde mental da população.

Criado em 2003, como parte da Política Nacional de Atenção a Urgências, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU/192) tem ajudado o Estado brasileiro a reduzir o número de óbitos, o tempo de internação em hospitais e as sequelas decorrentes da falta de socorro.

Texto: Cloves Teodorico

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