quarta-feira, 3 de abril de 2013

Pelo menos 4 pessoas continuam em estado grave após acidente no Rio


Seis corpos das sete vítimas da queda do ônibus 328 no Viaduto Brigadeiro Trompowski, na Avenida Brasil, perto da Ilha do Governador, no Rio, na tarde de quarta-feira (3), já foram liberados pelo Instituto Médico Legal. Ainda não há previsão do enterro das vítimas.

Dos 10 feridos, quatro pessoas estão em estado grave. O motorista do ônibus, André Luiz Souza Oliveira, de 33 anos, está internado com fratura no fêmur e traumatismo craniano no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, na Zona Norte do Rio. A polícia já está com a câmera do circuito interno do ônibus.


Há ainda pessoas internadas nos hospitais Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, no Miguel Couto, na Zona Sul, no Souza Aguiar, no Centro e no HGB, em Bonsucesso. Um jovem de 18 anos está em estado gravíssimo com traumatismo craniano no Hospital Getúlio Vargas. Na mesma unidade, um senhor de 80 anos, também com traumatismo craniano, passa bem. Ainda no Getúlio Vargas, uma jovem de 18 anos, que teve um trauma leve no tórax, passa bem.

As pessoas que morreram foram Marcos do Nascimento, de 42 anos, José de Jesus, de 42 anos, Ângela Maria Reis da Silva, 62 anos, luiz antônio do Amaral, de 41 anos, Francisco Batista de Souza, de 40 anos, Oséas da Silva Cardoso, 39 anos e Luciana Chagas da Silva.

O delegado que investiga a queda de ônibus 328 do Viaduto Brigadeiro Trompowski, na Avenida Brasil, perto da Ilha do Governador, no Rio, na tarde desta quarta-feira (3), disse que a agressão de um jovem ao motorista pode ter causado o acidente que deixou sete mortos. José Pedro Costa da Silva, titular da 21ª DP (Bonsucesso), ouviu sobreviventes e o próprio motorista, e contou que os primeiros relatos confirmam a discussão entre os dois e que o veículo estava em alta velocidade. 
O motorista do ônibus, André Luiz Souza Oliveira, de 33 anos, está internado com fratura na perna, traumatismo craniano e em estado de choque. O quadro dele é estável. O delegado José Pedro Costa da Silva, da 21ª DP (Bonsucesso) chegou a conversar com ele, mas quer ouvi-lo de novo porque disse que o motorista não estava em condições de prestar depoimento.

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